terça-feira, 25 de maio de 2021

Movimento Volta às Aulas é recebido em audiência pela governadora Fátima Bezerra

 O Movimento Volta às Aulas, que reúne alunos de escolas privadas e públicas, pais, professores e diretores de escolas, foi recebido em audiência na tarde desta terça-feira (25) pela governadora Fátima Bezerra. O encontro havia sido solicitado por ofício pelo movimento, e teve como objetivo apresentar ao Governo do Estado a argumentação conjunta em defesa da reabertura das escolas públicas e privadas, com o retorno híbrido das aulas para todos os níveis de ensino. “Nos momentos em que seja preciso fechar, a escola deve ser a última a ser fechada. E logo que possível reabrir, deve ser a primeira a abrir”, defenderam os integrantes do movimento. A vacinação dos professores também foi um dos pontos defendidos pelo grupo.

A audiência contou com a presença remota da promotora da Educação, Isabelita Garcia Gomes Neto Rosas, representando o Ministério Público Estadual. Pelo movimento, participaram Cristine Rosado e Eduardo Bezerra, representantes dos gestores das escolas privadas; Rochelle Elias, representante dos pais de alunos especiais e também representante da rede privada; e o professor Ildisney Medeiros, representante dos professores. Pelo governo, estiveram presentes também o vice-governador do estado Antenor Roberto; o secretário de educação Getúlio Marques e pela secretária adjunta do gabinete civil, Socorro Batista.

Os representantes do Movimento Volta às Aulas defenderam que a educação é a base da construção da sociedade, é fundamental para o desenvolvimento social e para se garantir um futuro melhor para crianças e adolescentes, e diante desse contexto, não faz sentido que os adolescentes estejam privados das aulas presenciais enquanto os shoppings e outros equipamentos de lazer estão abertos e com grande circulação de pessoas. A argumentação do grupo contou com o reforço do Ministério Público.

A governadora disse que vai recorrer da ação que vedou a priorização da vacinação dos educadores e destacou a preocupação do governo com a questão sanitária e também com a educação. Atualmente, estão autorizadas a serem realizadas em sistema híbrido as aulas da educação infantil e do ensino fundamental até o 8º ano, com as aulas para as demais séries exclusivamente à distância. No entanto, no que se refere às escolas públicas, ainda não teve início o ensino híbrido, o que preocupa o movimento. “Não falamos só pelas escolas privadas, mas nossa preocupação é com a educação do RN como um todo”, destacaram os presentes.

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