quarta-feira, 28 de julho de 2021

Brasil vai vacinar adolescentes de 12 a 17 anos após finalizar distribuição de doses para adultos, anuncia Queiroga

Foto: reprodução/CNN Brasil

O Brasil vai iniciar a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos assim que já tiver distribuído doses a todos os maiores de idade, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e por representantes de estados e municípios.

Neste momento, menores não estão formalmente listados no Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com governo federal, Conass e Conasems, a prioridade será para os adolescentes com comorbidades.

Duas semanas atrás, o Ministério da Saúde foi intimado a analisar incluir os adolescentes no PNI, por uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado argumentou que, diante da existência de adolescentes com comorbidades e da adequação da vacina da Pfizer a essa faixa etária, não faria sentido manter a restrição a maiores de idade.

A decisão foi tomada no bojo da análise de um caso da cidade de Belo Horizonte (MG). A prefeitura da capital mineira foi ao Supremo para contestar uma outra decisão judicial, que a obrigou a administrar o imunizante da Pfizer em uma adolescente de 15 anos, portadora de uma doença crônica que afeta os pulmões.

Na nota, o ministro Marcelo Queiroga, o presidente do Conass, Carlos Lula, e o presidente do Conasems, Wilames Ferreira, manifestam concordância com a ideia de que estados e municípios não devem antecipar por conta própria os prazos entre a primeira e a segunda dose de vacinas.

Segundo o documento, foi pactuado que “estados e municípios devem seguir, rigorosamente, as definições do Programa Nacional de Imunizações (PNI) quanto aos intervalos entre as doses e demais recomendações técnicas”.

CNN Brasil

Potiguar Italo Ferreira conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

A vontade era tanta que, logo na primeira onda, a prancha quebrou. Foram pouco mais de dois minutos até que Italo Ferreira nadasse à areia para recomeçar. O que parecia um mau presságio, porém, não passou de um leve percalço. No mar revolto de Tsurigasaki, o surfista brasileiro enfileirou manobras e garantiu o primeiro ouro da história do surfe em Olimpíadas.

O primeiro do Brasil em Tóquio. Diante do japonês Kanoa Igarashi, que eliminou Gabriel Medina na semifinal, o potiguar entrou para o rol de heróis olímpicos do país. Italo superou Igarashi com sobras. Apesar da quebra da prancha logo em sua primeira tentativa de manobra, o brasileiro não desanimou. Agressivo durante toda a bateria, conseguiu três boas notas, o suficiente para deixar o japonês em combinação. No somatório final, 15,14 contra 6,60 do rival. A festa começou antes mesmo do fim, a dois minutos do sinal tocar. O ouro já estava garantido. Diante da ameaça de chegada de um tufão a Tóquio, a organização adiantou em um dia as finais.

Com a decisão, ondas que abriram espaço para manobras melhores. Durante todo o dia, apesar de dores na perna esquerda, Italo se mostrou focado. Sabia que tinha o caminho aberto até o ouro. Na final, viu uma pequena multidão de voluntários torcer para Igarashi. Também não se importou. Na areia, no fim, festa ao lado de Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb e da toda a delegação do Brasil. Italo, agora, chega a um feito e tanto. Campeão mundial de surfe em 2019, o potiguar de Baía Formosa agora também soma o título olímpico. Gabriel Medina por pouco fez uma dobradinha no pódio.

Na decisão pelo bronze, caiu para o australiano Wright. – Eu vim com uma frase para o Japão: diz amém que o ouro vem. Eu treinei muito nos últimos meses, mas só tenho que agradecer a Deus por tudo isso. Meu intuito é ajudar as pessoas e as famílias. Eu queria que a minha avó estivesse viva para ver isso. Sou muito feliz pelo que me tornei, pelo que fiz pelos meus pais. Sempre pedi para que esse sonho fosse realizado e ele aconteceu – disse Italo.

Tenente Laurentino Cruz: Cronograma de pagamento dos servidores públicos municipais

 A Prefeitura de Tenente Laurentino Cruz, por meio das Secretarias de Finanças e Administração, informa o cronograma de pagamento dos servidores públicos municipais referente a folha do mês de Julho/2021. 



Com 60% da população vacinada com 1ª dose, mortes e casos de covid-19 caem 40%, segundo o Ministério da Saúde

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com a vacinação de mais de 96 milhões de brasileiros contra a covid-19 com, pelo menos, a primeira dose do imunizante, o número de casos e de óbitos pela doença caíram cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde.

Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período.

O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo (25), o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde.

Vacinas

O Brasil ultrapassou a marca de 60% da população vacinada com, pelo menos, uma dose de vacina contra a covid-19. Nessa situação já são mais de 96,3 milhões de brasileiros, dos 160 milhões com mais de 18 anos. Apesar da boa marca de primeira dose, segundo dados do vacinômetro do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ciclo de imunização completo, ou seja, que tomaram duas doses da vacina ou a dose única é de 37,9 milhões de pessoas. Para que as vacinas sejam de fato eficazes, as autoridades de saúde alertam que é necessário que as pessoas tomem as duas doses. “A medida reforça o sistema imunológico e reduz as chances de infecção grave, gravíssima e, principalmente, óbitos em decorrência da covid-19”, destaca o Ministério.

Ainda segundo balanço da pasta, das 164,4 milhões de doses enviadas para os estados, 81,5 milhões são da AstraZeneca/Oxford, 60,4 milhões são da CoronaVac/Sinovac, 17,8 milhões de Pfizer/BioNTech e 4,7 milhões da Janssen, imunizante de dose única. “Todas as vacinas estão devidamente testadas, são seguras e têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicadas nos braços dos brasileiros”, destacou o Ministério.

Novas doses

Até o fim de 2021, a expectativa é de que mais de 600 milhões de doses de imunizantes contra o novo coronavírus, contratadas por meio de acordos com diferentes laboratórios, sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Somente para o mês de agosto, a previsão é de que a pasta receba, pelo menos, 63 milhões de doses.

Produção local

A partir de outubro, o Brasil deve entrar em uma nova fase em relação à vacinas contra a covid-19 com a entrega das primeiras doses 100% nacionais. É que o Brasil assinou um acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) que permitirá a produção nacional do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina de covid-19. Atualmente, o Brasil só produz vacina com o IFA importado.

Agência Brasil

terça-feira, 27 de julho de 2021

Maioria das escolas que aderiu ao modelo cívico-militar registra redução da violência e de faltas

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O Ministério da Educação deve levar ainda neste ano o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM) a mais 74 escolas. A meta é atingir 216 instituições de ensino até 2023. Embora seja custeado pelo governo federal, o programa depende da adesão das unidades da federação – até agora, são 22 – e cada secretaria estadual de educação participa da seleção das escolas que adotarão o novo modelo.

No ano passado, o governo federal destinou R$ 15 milhões para o programa, que contemplou aproximadamente 77 mil alunos. A preferência é por escolas com problemas de violência ou com um grande percentual de alunos em situação de vulnerabilidade.

Das 54 vagas abertas para o ano letivo de 2020, três não vingaram. Nas 51 restantes, o projeto parece ter sido bem-sucedido. Segundo um levantamento feito pelo MEC, 85% dos gestores relataram redução nas faltas e na evasão; 65% apontaram diminuição nos índices de violência escolar e 61% afirmaram que houve melhora na administração da escola. Para 77%, o ambiente de trabalho melhorou.

Na edição de 2021, escolas de 219 municípios demonstraram interesse em participar. Por causa da pandemia, entretanto, a implementação do programa atrasou e ainda não teve início. A expectativa é de que isso aconteça no segundo semestre. “Apesar desse impacto negativo nas atividades presenciais em sala de aula, as escolas adotaram eficazmente o acompanhamento das atividades acadêmicas por meio de buscas ativas pelos militares e profissionais de ensino”, informou, em nota, o Ministério da Educação.

De acordo com o coordenador-nacional do PECIM, o capitão de mar e guerra João Carlos Kuster Maia, os militares também atuaram durante o período de aulas remotas. Dentre outras atividades, afirma o capitão, “eles colaboraram nas atividades de organização administrativa e de ambientes da escola, na recuperação de instalações, manutenção de equipamentos, busca ativa de alunos – minimizando a evasão escolar -, no atendimento aos pais e responsáveis e no apoio à capacitação de servidores”, explica.

A ideia do programa é replicar a lógica das escolas militares, que apresentam um desempenho muito superior ao das demais escolas públicas. Mas o modelo implementado é diferente do adotado pelas instituições geridas pelas Forças Armadas e pela Polícia Militar: no PECIM, o sistema é híbrido. Não há substituição dos professores ou dos diretores das escolas, que continuam sendo civis, geralmente selecionados por concurso. A diferença é que a escola ganha o “reforço” de militares: coordenadores de gestão e monitores que se encarregam de cuidar da gestão da escola, de melhorar a disciplina dos alunos e de promover o civismo.

Dentro de sala de aula, o conteúdo segue inalterado, mas o modelo pedagógico será mais parecido com o das escolas militares. Conforme prevê o projeto: ele será baseado “nos padrões de ensino adotados pelos colégios militares do Comando do Exército, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares”.

Embora os militares que atuam nas escolas sejam identificados como “voluntários”, eles também recebem um auxílio financeiro, que em boa parte dos casos gira em torno dos R$ 3.500. Quando preenchem a ficha de inscrição, os militares devem escolher quatro cidades ou regiões metropolitanas nas quais estão dispostos a trabalhar. Além de integrantes das orças armadas, o programa também permite a participação de policiais militares. Os militares são membros inativos das Forças Armadas, selecionados pelo Ministério da Defesa. O salário deles é bancado pelo governo federal.

O programa teve início em dezembro de 2019, quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou a implementação daquela que era uma das principais apostas da pasta: o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM). Na ocasião, ele afirmou que as primeiras 54 escolas haviam sido selecionadas para participar do programa, fariam parte de um “piloto”. “O objetivo é ter um sucesso em todas elas para aí sim poder expandir rapidamente, para todo o Brasil, o modelo de escola cívico-militar”, disse ele.

Um ano e meio depois, Weintraub já deixou o cargo e a pandemia da Covid-19 prejudicou a rotina escolar. A fase do “rapidamente” ainda não chegou, mas, de acordo com o Ministério da Educação, os resultados preliminares são promissores.

Transição

Uma das escolas contempladas na primeira leva do programa foi o Colégio Estadual Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR). Diretora da unidade, Valéria Ramirez Daniel diz que a transição foi positiva. “Não é uma militarização. É algo muito prático, e a gente está vendo a mudança no perfil dos alunos”, afirma.

O novo perfil da escola causou modificações na rotina: diariamente, os militares coordenam a chamada “ordem unida” – termo emprestado do jargão militar. A cerimônia inclui a execução do hino nacional, o hasteamento da bandeira e comunicados por parte da direção. Os alunos também aprendem comandos militares básicos, como a continência, a marcha e a cadência.

O capitão Carlos Alberto Rigotti, que trabalha na escola, afirma que essas atividades auxiliam os alunos a desenvolverem a disciplina e o respeito aos superiores – características que serão úteis em suas carreiras profissionais. “O nosso objetivo não é militarizar. É mais profundo: formar uma disciplina consciente. Queremos que os alunos sigam as regras e se tornem pessoas organizadas”, afirma ele. Rigotti, que passou para a reserva no Exército em 2015, está há um ano e meio no projeto.

Com o programa, a escola – que tem 1.036 alunos do sexto ao terceiro ano – recebeu 16 monitores e dois gestores militares militares. Rigotti é um deles. A grade foi estendida: são seis aulas por dia em vez de cinco. A escola passou a ter a disciplina Cidadania e Civismo – neste caso, por iniciativa do governo do Paraná. Nessa matéria, os professores civis e militares se alternam.

Uma das críticas ao projeto do governo federal é de que ele supostamente seria baseado em premissas incorretas: como boa parte das escolas militares tem mais recursos financeiros, e como essas unidades normalmente selecionam os alunos que vão receber, o desempenho superior não necessariamente se devia ao modelo militar de administração.

Na opinião da professora da PUC Rio Andrea Ramal, especialista em educação, as escolas cívico-militares podem ser eficazes em casos extremos, mas não devem ser vistas como a solução para a falta de qualidade de ensino de forma geral.

“Eu só utilizaria essa ideia de trazer militares para conseguir disciplina em casos extremamente graves, como escolas onde há furtos ou uso de tóxicos. Mas, se estivermos falando do cotidiano escolar como um todo, de uma escola sem problemas extremos, eu sou mais a favor do que diz a educação contemporânea”, avalia. Ela afirma que atualmente o foco dos educadores costuma ser na autonomia e no comprometimento dos alunos, mas sem o que ela denomina “repressão disciplinar”.

Para Luciano Blasius, que é policial militar e doutor em Educação, é preciso mais tempo para avaliar o resultado das escolas cívico-militares. Na visão dele, é preciso que os profissionais que lidam com educação – inclusive os militares – tenham formação e treinamento adequados, o que leva tempo. “Considerando que o lançamento do programa ocorreu próximo ao início da pandemia, acredito que os dados precisam ser olhados considerando possível divergência na situação de normalidade do cotidiano escolar”, diz ele.

Mas, para a diretora da escola em Foz do Iguaçu, as mudanças trazidas pela presença dos militares são visíveis. A começar pela disciplina. Valéria afirma que, com os monitores responsáveis pela disciplina dos alunos, os professores podem dar mais atenção ao ensino propriamente dito.

“Essa parte disciplinar demandava muito de toda a equipe pedagógica e direção. Agora a gente tem já essas pessoas que vão observar o que os alunos precisam. A escola é outra escola”, diz ela. A professora também notou um aumento significativo no número de famílias interessadas em matricular seus filhos na escola.

Outro princípio militar, o da hierarquia, também é praticado no Colégio Estadual Tancredo Neves: cada turma tem um aluno chefe e outro subchefe, que foram inicialmente escolhidos pela direção da escola, mas passarão a ser revezados a cada 15 dias, de forma que todos os alunos passem pelas funções. Esses líderes ajudam no controle da chamada, colaboram para a manutenção da disciplina e lideram a classe nos deslocamentos para os laboratórios e os espaços de educação física.

Rigor com a aparência nas escolas cívico-militares

Detalhado, o manual elaborado pelo Ministério da Educação para as escolas cívico-militares traz até mesmo regras sobre o corte de cabelo dos alunos. No caso dos meninos, “o cabelo deverá ser cortado de modo a manter nítidos os contornos junto às orelhas e o pescoço, de forma a facilitar a utilização da cobertura e harmonizar a apresentação facial”.

Embora o manual traga até mesmo o modelo da farda a ser usada pelos alunos – o que inclui uma boina –, a implementação tem sido gradual: só agora é que o Colégio Estadual Tancredo Neves vai substituir o seus uniformes. “Eles vão receber um conjunto de farda, um conjunto de agasalho e uma jaqueta de tactel”, explica Valéria.

Ainda segundo o manual, quando o aluno não puder comparecer, a família deve enviar uma justificativa à escola – no mesmo dia. Quando houver três faltas seguidas, a instituição de ensino precisa avisar o Conselho Tutelar.

Gazeta do Povo

Professores no RN que continuarem trabalhando remotamente até fechamento do ciclo de vacinação não serão punidos, destaca Sinte-RN, após audiência com secretário de educação

Foto: Reprodução/Sinte-RN

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte-RN) destaca que não será aplicada qualquer punição aos trabalhadores em educação que optarem por continuar trabalhando remotamente até o fechamento do ciclo da imunização contra a Covid-19, desde que essa opção seja comunicada oficialmente e as atividades virtuais registradas. É o que afirmou o secretário estadual de educação, professor Getúlio Marques, em audiência virtual com o SINTE/RN nessa segunda-feira, 26 de julho.

O Gestor disse que o SIGEDUC deve ser o canal utilizado. Assim, as tarefas e o planejamento devem ser inseridos no Sistema. Os profissionais com comorbidades e/ou até mesmo àqueles que tomaram as duas doses da vacina e não se sentem seguros para retornar também devem apresentar justificativa.

Quanto ao retorno híbrido, iniciado nessa segunda (26), o secretário disse que os primeiros 15 dias são destinados aos ajustes e a ouvir todos de acordo com suas especificidades.

Na ocasião, o Getúlio Marques explicou sua fala na entrevista concedida a uma rádio de Natal no último dia 15 de julho. Garantiu que sua declaração foi mal interpretada e que jamais cogitou cortar o ponto, efetuar desconto salarial ou aplicar uma outra medida contra os professores que se recusarem a acatar o chamado da Secretaria Estadual de Educação (SEEC).

Indagado pelos dirigentes do Sindicato sobre os rumores de pressões exercidas sobre os professores, disse que qualquer denúncia dessa natureza deve ser encaminhada para a SEEC.

Ao final da audiência, o Gestor afirmou respeitar a posição do SINTE/RN e da categoria, mas reiterou que as aulas híbridas continuarão acontecendo, uma vez que os índices de contaminação e óbitos pelo novo coronavírus no RN diminuíram.

Diante das explicações do Secretário, o Sindicato reafirma que continuará orientando a categoria no sentindo de cumprir a decisão tomada na última Assembleia. Assim, a entidade seguirá defendendo a manutenção do trabalho remoto até que a imunização seja concluída.

Com Sinte-RN

sábado, 24 de julho de 2021

RN já vacinou mais de 41% da população com a primeira dose

No Rio Grande do Norte, já foram aplicadas doses de vacina contra a Covid-19 em 1.464.253 potiguares, segundo dados divulgados pelo consórcio dos veículos de imprensa às 20h desta sexta-feira (23).

Com o número, total de vacinados com a primeira dose atinge o percentual de 41,43%. Ainda segundo os dados, 538.972 de potiguares, o que corresponde a 15,25%. Ainda não foram registrados dados de dose única, da Janssen.

No Rio Grande do Norte estão sendo administradas as vacinas da Pfizer, AstraZeneca e Coronavac. Até agora, 100% das vacinas foram compradas e distribuídas pelo Governo Federal.

Capitão Valdez reforça parceria com o destacamento de Tenente Laurentino Cruz

Em mais uma visita ao destacamento de Tenente Laurentino, o capitão Valdez, comandante da 3 companhia do 6 batalhão, reforça a parceria entre a sede e os destacamentos subordinados, colocando-se à disposição para as necessidades e apoio à ocorrências na cidade mais alto do Rio Grande do Norte.

O destacamento de Tenente Laurentino Cruz esta ao comando do 3º Sgt Almir.

Prefeitura de Jucurutu – RN divulga novo Processo Seletivo

 No estado do Rio Grande do Norte, a Prefeitura de Jucurutu, por meio da Secretaria Municipal de Gabinete Civil, anuncia a realização de um novo Processo Seletivo, que tem por objetivo o preenchimento de 19 vagas destinadas a contratação de profissionais, em caráter temporário.

Há oportunidades disponíveis entre os seguintes cargos: Professor polivalente – educação fundamental – anos inicias (8); Professor polivalente – educação infantil (3); Professor de educação especial (2); Professor de língua portuguesa (1); Professor de língua inglesa (1); Professor de geografia; Professor de história; Professor de ciências; Professor de educação física; Professor de educação matemática (1); Psicólogo (1); Assistente social (1); e Psicopedagogo (1). Vale ressaltar que dentre as chances disponíveis, há vagas reservadas aos profissionais que se enquadram nos critérios especificados no edital.

Para concorrer a uma das chances ofertadas, é necessário que o candidato possua escolaridade em nível superior, na respectiva área do cargo pleiteado. Ao ser contratado, o profissional deve exercer funções em jornadas de 30 a 40 horas semanais, referente a remuneração mensal no valor que alterna entre R$ 1.600,00 a R$ 2.738,23.

Procedimentos para participação

Os interessados em participar do Processo Seletivo, podem se inscrever no período de 23 a 27 de julho de 2021, por meio do preenchimento do formulário eletrônico.

Como forma de classificação, os candidatos serão avaliados mediante aplicação de prova títulos, com base nos critérios de pontuação especificados no documento de seleção.

Vigência

De acordo com o edital de abertura, a contratação será firmada durante um ano, prorrogável por igual período.

Eventos sociais com até 150 pessoas estão liberados no RN a partir desta sexta-feira; veja regras e calendário de reabertura

5 passos de uma iluminação para eventos de sucesso | G-light

A realização de eventos sociais, como shows e festas com até 150 pessoas a partir desta sexta-feira (23), de acordo com calendário de abertura de atividades do Governo do Estado. Apesar disso, a liberação está condicionada à situação da pandemia em cada cidade potiguar. De acordo com as regras estabelecidas pelo governo, os eventos só estão liberados em municípios com indicador composto na cor verde.

O último levantamento semanal publicado pela Secretaria Estadual de Saúde, no dia 20 de julho, apontou que mais da metade das cidades potiguares estão na cor verde. Essa é a primeira etapa do calendário de reabertura de eventos sociais publicado em decreto no mês de junho. (A ATUALIZAÇÃO PODE SER VISTA AQUI).

O decreto já havia permitido a realização de eventos técnicos e científicos e a reabertura de cinemas, teatros, entre outras casas culturais – esses eventos chegam nesta sexta (23) à 3ª fase de reabertura, com limitação de 60% da capacidade ou 450 pessoas.

Veja calendário de reabertura dos eventos sociais

Fase 1 – A partir de 23 julho de 2021, com ocupação máxima de 20% da capacidade do local, limitada à frequência máxima de 150 pessoas;

Fase 2 – A partir de 06 de agosto 2021, com ocupação máxima de 40% da capacidade do local, limitada à frequência máxima de 300 pessoas;

Fase 3 – A partir de 20 de agosto de 2021, com ocupação máxima de 60% da capacidade do local, limitada à frequência máxima de 450 pessoas;

Fase 4 – A partir de 03 de setembro de 2021, com ocupação máxima de 80% da capacidade do local, limitada à frequência máxima de 600 pessoas;

Fase 5 – A partir de 17 de setembro de 2021, permitida a ocupação de 100% da capacidade do local.

Com acréscimo de informações do G1-RN

Trabalhador que recusar vacina contra covid-19 pode ser demitido por justa causa, alerta advogado

Foto: Ilustrativa/ Divulgação

Com o avanço da imunização no Rio Grande do Norte, surgem algumas dúvidas em relação aos direitos do trabalho. Uma delas é se os trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 sem apresentar razões médicas documentadas poderão ser demitidos por justa causa? O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, embora não se possa forçar ninguém a se vacinar, o Estado pode impor medidas restritivas a quem se recusar a tomar o imunizante.

No Brasil, a orientação já está sendo seguida. Nesta quinta-feira (22), por exemplo, a Justiça de São Paulo confirmou, em segunda instância, a demissão por justa causa de uma auxiliar de limpeza que não quis se vacinar contra a covid-19. A mulher trabalhava em um hospital de São Caetano do Sul. Ela foi demitida por justa causa, entrou na Justiça, e perdeu a ação. Ela recorreu e perdeu novamente.

Ainda segundo o STF, a orientação é para que as empresas invistam em conscientização e negociem com seus funcionários, mas o entendimento é de que a mera recusa individual e injustificada à imunização não poderá colocar em risco a saúde dos demais empregados.

O artigo 158 da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) diz que é dever do empregado se submeter às regras de saúde e segurança do trabalho, prevenção de doenças e acidentes adotados pela empresa. Caso o empregado não utilize os equipamentos, não cumpra as regras de segurança, ele pode ser demitido por justa causa. Nessa mesma linha de entendimento, a recusa em  tomar a vacina contra covid-19 é considerada uma falta grave, já que o empregado estaria se recusando a praticar as regras estabelecidas pela empresa.

A legislação ainda reforça que, para proteger os demais funcionários, o empregador deve impedir a permanência no ambiente de trabalho de quem não se imunizar. E sem uma recusa justificada, a empresa pode passar ao roteiro de sanções, que incluem advertência, suspensão e demissão por justa causa. 

De acordo com o advogado especialista em Direito do Trabalho Rodrigo Menezes, é preciso seguir o princípio de que a vacina é uma proteção coletiva e o interesse coletivo sempre vai prevalecer em relação ao interesse individual. “A saúde é um bem coletivo e precisa ser preservada. A recomendação é que as demissões só ocorram depois de reiteradas tentativas de convencimento por parte do empregador”, destaca Rodrigo Menezes.  

Na demissão por justa causa, o trabalhador fica sem vantagens da rescisão, com direito apenas ao recebimento do salário e das férias proporcionais ao tempo trabalhado. Também fica impedido de receber o aviso prévio e 13° salário proporcional.

Após vencerem a Covid-19, pacientes morrem de infecção hospitalar por falta de antibiótico

Foto: Reprodução TV Globo

Pacientes que venceram a Covid-19 estão morrendo por infecção hospitalar por desabastecimento do principal antibiótico que mata bactérias multirresistente – a Polimixina. São pacientes que ficaram internados por um longo tempo com ventilação mecânica e outros aparelhos.

Um levantamento do Jornal Hoje mostra que o desabastecimento do antibiótico já atinge hospitais públicos e particulares de treze estados e no Distrito Federal. Um vídeo gravado por um vendedor que diz ter contato com distribuidoras de remédios de uso exclusivo em hospitais. A falta do medicamento na rede pública e privada do país tem empurrado famílias de pacientes de Covid para atravessadores, que cobram preços altos.

A encomenda era para a Fernanda Ferreira Kalil, que estava desesperada para salvar o pai Fernando, que estava intubado no Hospital Regional, em Campo Grande.

Quarenta ampolas de Poliximina estavam sendo vendidas por R$ 12 mil, quase oito vezes mais do que o preço médio pago pelos hospitais. Mas não deu tempo. No dia 13 de junho, Fernando morreu. “Infelizmente ele não conseguiu finalizar o tratamento”, conta Fernanda.

Desde maio, a Santa Casa de Matão, no interior de São Paulo, tem dificuldade para comprar o remédio. “Conseguimos, felizmente, nessas últimas semanas negociar uma compra de Polimixina B. E devemos ter estoque aí para uns 15, 20 dias”, diz Flávio Antonio Borsetti Neto, coordenador de UTI da Santa Casa de Matão.

Na capital paulista, funcionários do Hospital Geral de Guaianazes relatam que nos últimos dias, pelo menos nove pacientes da mesma UTI desenvolveram infecções que poderiam ser tratadas com a Polimixina B e que o hospital, que é do governo do estado, está sem o antibiótico. Todos os nove pacientes morreram.

No Brasil, cinco empresas têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para comercializar a Poliximina injetável. E os laboratórios afirmam que os pedidos aumentaram muito – e que, por isso, foi preciso prorrogar os prazos de entrega.

Em maio, a Sociedade Brasileira de Infectologia comunicou à Anvisa “a preocupação da classe médica com o desabastecimento da Polimixina observada em todas as regiões brasileiras há vários meses”. E pediu que os medicamentos fossem considerados prioritários para uso em serviços de saúde. Em junho, a Anvisa autorizou que o remédio fosse importado de forma excepcional e temporária. Com essa liberação, alguns hospitais particulares têm comprado o antibiótico fora do país.

O Ministério da Saúde disse que não há compra centralizada da Polimixina e que os gestores locais são responsáveis pela aquisição do medicamento.

Sobre o vídeo que mostra um atravessador vendendo o antibiótico da Mylan, a empresa disse que não vende o produto diretamente aos pacientes porque é um medicamento de uso hospitalar e que, por isso, essa venda é proibida.

G1

Brasil passa de 130 milhões de doses de vacinas aplicadas, somando 1ª e 2ª doses e dose única

Foto: Guilherme Almeida

No Brasil, já foram aplicadas 131.504.294 doses de vacina contra a Covid-19 segundo dados divulgados pelo consórcio dos veículos de imprensa às 20h desta sexta-feira (23).

Em todos os estados e no DF, 94.459.940 pessoas já receberam a primeira dose de vacina, o equivalente a 44,61% da população.

A segunda dose e a dose única já foram aplicadas em 37.044.354 pessoas (17,49% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 1.234.029 pessoas, segunda dose em 475.818 e a dose única em 35.366, com um total de 1.745.213 doses aplicadas neste intervalo.

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

  • AC: 1ª dose – 329.826 (36,87%); 2ª dose – 104.216 (12,6%; dose única – 8.458)
  • AL: 1ª dose – 1.217.772 (36,33%); 2ª dose – 430.952 (14,35%; dose única – 49.966)
  • AM: 1ª dose – 1.872.834 (44,51%); 2ª dose – 612.617 (15,27%; dose única – 29.730)
  • AP: 1ª dose – 261.529 (30,35%); 2ª dose – 82.200 (10,55%; dose única – 8.719)
  • BA: 1ª dose – 5.917.203 (39,63%); 2ª dose – 2.275.795 (16,88%; dose única – 244.739)
  • CE: 1ª dose – 3.744.209 (40,76%); 2ª dose – 1.362.816 (16,45%; dose única – 148.385)
  • DF: 1ª dose – 1.148.771 (37,6%); 2ª dose – 431.724 (15,67%; dose única – 46.965)
  • ES: 1ª dose – 1.909.093 (46,98%); 2ª dose – 676.794 (19%; dose única – 95.382)
  • GO: 1ª dose – 2.847.800 (40,03%); 2ª dose – 1.039.800 (14,62%; dose única – 0)
  • MA: 1ª dose – 2.730.516 (38,38%); 2ª dose – 848.433 (13,14%; dose única – 86.362)
  • MG: 1ª dose – 9.222.359 (43,31%); 2ª dose – 3.148.456 (16,32%; dose única – 327.357)
  • MS: 1ª dose – 1.336.232 (47,56%); 2ª dose – 640.325 (30,88%; dose única – 227.252)
  • MT: 1ª dose – 1.308.916 (37,12%); 2ª dose – 405.097 (13,74%; dose única – 79.258)
  • PA: 1ª dose – 2.968.927 (34,16%); 2ª dose – 1.411.532 (16,24%; dose única – 0)
  • PB: 1ª dose – 1.635.472 (40,49%); 2ª dose – 593.057 (16,1%; dose única – 57.171)
  • PE: 1ª dose – 3.998.422 (41,58%); 2ª dose – 1.350.253 (15,74%; dose única – 163.260)
  • PI: 1ª dose – 1.263.138 (38,49%); 2ª dose – 442.251 (14,8%; dose única – 43.521)
  • PR: 1ª dose – 5.377.454 (46,69%); 2ª dose – 1.695.265 (17,06%; dose única – 269.067)
  • RJ: 1ª dose – 7.249.586 (41,75%); 2ª dose – 2.712.602 (17,04%; dose única – 245.869)
  • RN: 1ª dose – 1.464.253 (41,43%); 2ª dose – 538.972 (15,25%; dose única – 0)
  • RO: 1ª dose – 658.583 (36,66%); 2ª dose – 219.665 (12,23%; dose única – 0)
  • RR: 1ª dose – 205.304 (32,53%); 2ª dose – 68.542 (12,31%; dose única – 9.173)
  • RS: 1ª dose – 5.921.107 (51,84%); 2ª dose – 2.502.665 (24,4%; dose única – 284.053)
  • SC: 1ª dose – 3.395.925 (46,82%); 2ª dose – 1.279.190 (17,64%; dose única – 0)
  • SE: 1ª dose – 974.913 (42,04%); 2ª dose – 296.864 (14,48%; dose única – 38.867)
  • SP: 1ª dose – 24.918.002 (53,83%); 2ª dose – 8.152.618 (19,89%; dose única – 1.053.016)
  • TO: 1ª dose – 581.774 (36,58%); 2ª dose – 179.608 (12,89%; dose única – 25.423)

G1

Dia Mundial dos Avós: Papa em oração com idosos do mundo inteiro

 “Dou-Vos graças, Senhor,

pelo conforto da Vossa presença:

mesmo na solidão

sois a minha esperança e a minha confiança;

desde a minha juventude, sois a minha rocha e fortaleza!”

 

Essa é a primeira estrofe da oração oficial para o I Dia Mundial dos Avós e dos Idosos, celebrado no domingo, 25 de julho, e rezada pelo Papa Francisco num vídeo especial divulgado nesta sexta-feira (23). As outras estrofes ganham a narração em outros idiomas por avós e idosos de diferentes países, além do espanhol do Pontífice, e do próprio português, rezado por brasileiros.

Essa é a grande proposta do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida com o lançamento do vídeo em preparação à jornada de domingo: o mundo inteiro em oração com o Papa. Entre os envolvidos no projeto, está o bispo mais idoso do planeta, dom Laurant Noël, com 101 anos. A oração, bem como a mensagem do Papa Francisco e outros materiais pastorais para preparar o Dia Mundial dos Avós e dos Idosos estão sendo disponibilizados, inclusive em português, pelo site do Dicastério.

Missa na Basílica de São Pedro

No Vaticano, a data será celebrada com uma missa no domingo (25) a partir das 10h no horário local, 5h no Horário de Brasília. A celebração na Basílica de São Pedro será transmitida ao vivo pelo Vatican News – Rádio Vaticano, com comentários em português. Cerca de 2 mil pessoas da diocese de Roma e de associações engajadas na Pastoral da Terceira Idade vão participar da Eucaristia. Será um grande grupo formado principalmente por avós acompanhados pelos netos, mas, de modo significativo, algumas centenas de pessoas que vão sair pela primeira vez das estruturas onde moram, após mais de um ano de confinamento por causa da pandemia.

Como lembra o Papa Francisco na mensagem especial para a data, em que aprofunda as estradas do sonho, da memória e da oração para serem empreendidas pelos idosos, rezar “é um recurso preciosíssimo”:

“A oração é um pulmão de que não se podem privar a Igreja e o mundo. Sobretudo neste tempo tão difícil para a humanidade em que estamos – todos na mesma barca – a atravessar o mar tempestuoso da pandemia, a tua intercessão pelo mundo e pela Igreja não é vã, mas indica a todos a serena confiança de um porto seguro.”

Ao final da missa, os jovens presentes na Basílica de São Pedro vão oferecer uma flor aos idosos presentes com a mensagem do Papa Francisco: “Eu estou contigo todos os dias”, #IAMWITHYOUALWAYS, como sugere a hashtag do evento.

Dia Mundial dos Avós no mundo

A jornada em homenagem aos avós também será celebrada nas dioceses e paróquias do mundo inteiro. Segundo o Dicastério, inúmeras iniciativas tomadas pelas comunidades já estão sendo comunicadas à Santa Sé que reitera o convite a todos, em particular aos mais jovens, para honrar a data com atitudes de reconhecimento realizando, talvez no próprio domingo ou nos dias seguintes, uma visita aos avós ou às pessoas idosas sozinhas na comunidade. A oportunidade — enriquecida de indulgência plenária — pode ser uma ocasião para para rezarem juntos a oração especial para a data, entregando, inclusive, a própria mensagem do Papa onde afirma:

“O futuro do mundo está nesta aliança entre os jovens e os idosos. Quem, senão os jovens, pode agarrar os sonhos dos idosos e levá-los a diante? Mas, para isso, é necessário continuar a sonhar: nos nossos sonhos de justiça, de paz, de solidariedade reside a possibilidade de os nossos jovens terem novas visões e, juntos, construirmos o futuro.”

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Emancipação política de Tenente Laurentino Cruz: Secretaria de Saúde realizou na manhã de ontem (14) a ação Quem Ama Cuida

A Prefeitura Municipal de Tenente Laurentino Cruz, por meio da Secretaria de Saúde, realizou na manhã de ontem (14) a ação Quem Ama Cuida, dentro da programação alusiva a 28º Festa de Emancipação Politica do município.

Os Laurentinenses de todas as áreas receberam orientações e cuidados da saúde, como: testes rápidos para o novo coronavírus (Covid-19), teste rápido de Sífilis, HIV, Hepatite, teste de glicemia, Aferição de Pressão, Orientação de saúde bucal em relação a covid-19, orientação de Alimentação Saudável, Orientações aos serviços ofertados pela Vigilância Sanitária e Endemias.




Brasil vai vacinar adolescentes de 12 a 17 anos após finalizar distribuição de doses para adultos, anuncia Queiroga

Foto: reprodução/CNN Brasil O Brasil vai iniciar a vacinação de adolescentes entre 12 e 17 anos assim que já tiver distribuído doses a todos...